
Conheça todas as etapas até a conquista da sua tão sonhada liberdade! Aqui, a Evelyn vai te guiar e apresentar tudo o que você precisa saber.
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As 6 primeiras etapas após a amputação
Clique nas etapas abaixo para navegar.
Etapa 1
Se reconheça como pessoa com amputação

Etapa 2
Aguarde a cicatrização do membro residual
Essa é uma das fases mais importantes, pois manter os cuidados gerais com o membro residual é extremamente vital para garantir a saúde do amputado e uma ótima cicatrização.
É importante ter alguns cuidados, como manter o local sempre limpo e seco, além de fazer massagens no local, para melhorar a circulação de sangue. A cicatrização do membro residual demora entre 6 meses a 1 ano e a aparência da cicatriz vai melhorando a cada dia que passa.
Além dos cuidados de higiene, é importante mater a atenção com:
Exercitar o membro residual;
Não deixar o membro residualpendurado;
Tomar banhos de sol;
Evitar pancadas ou ferimentos.

Etapa 3
Início do enfaixamento e dessensibilização
O enfaixamento do membro residual deve ser feito logo após sua cicatrização, que geralmente leva em torno de 20 a 45 dias a depender do caso para ser finalizada.
Com o auxílio de uma atadura ou faixa elástica, busque manter a pressão uniforme por todo o membro residual, pois só assim você irá evitar que o paciente sinta dor em pontos específicos.
Vale ressaltar que sentir dor é um dos maiores problemas durante à adaptação às próteses. Independente do seu nível de amputação, enfaixar o membro residual é um processo bastante intuitivo e fácil de ser feito.
Porém, recomendamos que o primeiro enfaixamento seja feito com a presença dos profissionais responsáveis pelo seu tratamento para que ele consiga te guiar de maneira correta durante o procedimento.
E para recuperar a sensibilidade dessa região, é importante que você tome conhecimento sobre os materiais que podem ser utilizados para a dessensibilização do coto.
Toalhas felpudas, cubo de gelo, buchinha de lavar louça, algodão e até mesmo escova de dentes são excelentes para provocar diferentes sensações ao membro residual, que com o passar do tempo irá recuperar a capacidade de reconhecer o frio e o calor, por exemplo.

Etapa 4
Praticar os exercícios pré protetização

Etapa 5
Conheça o seu nível de mobilidade
No caso de pernas protéticas, a seleção dos componentes deve ser pensada de acordo com cada indivíduo e com a sua expectativa e potencial de capacidade funcional. Portanto, será importante considerar quais atividades ele deseja executar e qual o nível de mobilidade necessário para elas.
Esses níveis de mobilidade se baseiam em quatro classificações distintas, que são chamadas de “Níveis K.” Por essa razão, cada componente de prótese se atribui a um nível K correspondente. Assim, a partir da análise das suas necessidades particulares, o técnico em próteses seleciona os componentes que melhor se adequam para você.
Existem quatro classificações principais para identificar os “níveis K”:

K1
Nível K1
K2
Nível K2
K3
Nível K3
K4
Nível K4
Etapa 6
Busque por uma ortopedia de confiança
Esse é um dos momentos mais especiais, onde você vai em busca de uma ortopedia que possa realizar o seu tão aguardado sonho de fazer tarefas comuns e simples do dia-a-dia.
Nós entendemos que a busca pela ortopedia é uma etapa em que a pessoa com amputação precisa avaliar com cautela os pontos que a fazem sentir confiança em seguir com a reabilitação.
Aqui na Conforpés, com nossos mais de 53 anos de experiência, já reabilitamos mais de 32.000 pessoas com amputação, isso nos torna referência no Brasil e no mundo.
Por esse motivo, estamos te convidando para receber conteúdos exclusivos, dessa forma iremos levar mais informação até você, para que possa ficar por dentro e tomar as melhores decisões.
Vale ressaltar que essa não é necessariamente a última etapa, cada pessoa com amputação define melhor sobre o seu momento para busca de informações sobre próteses.
