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Conheça todas as etapas até a conquista da sua tão sonhada liberdade! Aqui, a Evelyn vai te guiar e apresentar tudo o que você precisa saber.

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As 6 primeiras etapas após a amputação

Veja o índice de tudo que encontrará nessa página. Nosso objetivo aqui é te apresentar em detalhes tudo o que você precisa saber sobre o universo da pessoa com amputação e próteses ortopédicas.
Clique nas etapas abaixo para navegar.

Etapa 1

Se reconheça como pessoa com amputação

As mudanças após a amputação são significativas e marcantes. Seja qual for o motivo da amputação, passar por esse processo não é nada fácil.

Os desafios psicológicos são inúmeros, a rotina muda e até a maneira com que as pessoas te tratam passa a ser diferente também.

Vale lembrar que cada caso é único e devemos respeitar as particularidades de cada um, por isso é importante que você entenda que passará por diversas fases que são comuns para uma pessoa com amputação.

De qualquer forma, o acompanhamento com um psiquiatra ou psicólogo é muito importante, assim como ter o apoio das pessoas mais próximas também.

Conheça outras pessoas com amputação e participe de grupos onde possa trocar experiências para que consiga superar cada fase de maneira mais tranquila.
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Etapa 2

Aguarde a cicatrização do membro residual

Essa é uma das fases mais importantes, pois manter os cuidados gerais com o membro residual é extremamente vital para garantir a saúde do amputado e uma ótima cicatrização.

É importante ter alguns cuidados, como manter o local sempre limpo e seco, além de fazer massagens no local, para melhorar a circulação de sangue. A cicatrização do membro residual demora entre 6 meses a 1 ano e a aparência da cicatriz vai melhorando a cada dia que passa.

Além dos cuidados de higiene, é importante mater a atenção com:

Manter o membro residual sempre em posição funcional;
Exercitar o membro residual;
Não deixar o membro residualpendurado;
Tomar banhos de sol;
Evitar pancadas ou ferimentos.
Sempre vale ressaltar que o acompanhamento por profissionais qualificados podem te ajudar a passar por essa fase com um preparo melhor.
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Etapa 3

Início do enfaixamento e dessensibilização

O enfaixamento do membro residual deve ser feito logo após sua cicatrização, que geralmente leva em torno de 20 a 45 dias a depender do caso para ser finalizada.

Com o auxílio de uma atadura ou faixa elástica, busque manter a pressão uniforme por todo o membro residual, pois só assim você irá evitar que o paciente sinta dor em pontos específicos.

Vale ressaltar que sentir dor é um dos maiores problemas durante à adaptação às próteses. Independente do seu nível de amputação, enfaixar o membro residual é um processo bastante intuitivo e fácil de ser feito.

Porém, recomendamos que o primeiro enfaixamento seja feito com a presença dos profissionais responsáveis pelo seu tratamento para que ele consiga te guiar de maneira correta durante o procedimento.

E para recuperar a sensibilidade dessa região, é importante que você tome conhecimento sobre os materiais que podem ser utilizados para a dessensibilização do coto.

Toalhas felpudas, cubo de gelo, buchinha de lavar louça, algodão e até mesmo escova de dentes são excelentes para provocar diferentes sensações ao membro residual, que com o passar do tempo irá recuperar a capacidade de reconhecer o frio e o calor, por exemplo.

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Etapa 4

Praticar os exercícios pré protetização

Os exercícios pré-protetização são essenciais para que o paciente consiga se adaptar com a prótese com fortalecimento muscular, prevenção e diminuição de deformidades e edemas, alongamento muscular e aumento de equilíbrio, sendo assim desenvolvendo sua independência e melhorando sua evolução com a marcha.
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Etapa 5

Conheça o seu nível de mobilidade

No caso de pernas protéticas, a seleção dos componentes deve ser pensada de acordo com cada indivíduo e com a sua expectativa e potencial de capacidade funcional. Portanto, será importante considerar quais atividades ele deseja executar e qual o nível de mobilidade necessário para elas.

Esses níveis de mobilidade se baseiam em quatro classificações distintas, que são chamadas de “Níveis K.” Por essa razão, cada componente de prótese se atribui a um nível K correspondente. Assim, a partir da análise das suas necessidades particulares, o técnico em próteses seleciona os componentes que melhor se adequam para você.

Existem quatro classificações principais para identificar os “níveis K”:

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K1

Nível K1

Muito pouca mobilidade. Nessa categoria, a pessoa tem capacidade ou potencial de usar uma prótese para gerenciar distâncias de caminhadas em superfícies planas a uma certa velocidade fixa. É apropriada, por exemplo, para uma pessoa que só ande em sua própria casa.

K2

Nível K2

Mobilidade limitada. Aqui, com a ajuda da prótese, a pessoa consegue lidar com distâncias de caminhada que são limitadas em uma velocidade baixa. Ela está apta a caminhar por obstáculos ambientais de nível baixo, como degraus e pisos irregulares.

K3

Nível K3

Mobilidade média. O auxílio da prótese permite que a pessoa se movimente de forma livre em diferentes tipos de terrenos e superfícies. Então, a pessoa pode andar em velocidades variadas e caminhar pela maioria dos obstáculos ambientais. Além disso, elas são aptas a realizar atividades distintas, de tipo recreativo, terapêutico, ocupacional ou exercícios físicos sem que a prótese fique sobrecarregada.

K4

Nível K4

Alta mobilidade. Esse nível identifica os caminhantes ao ar livre com requisitos particularmente elevados. Nessa categoria, a pessoa pode se mover sem restrições, com tolerância ao alto impacto a e a diferentes níveis de energia. Os tempos de caminhada são ilimitados. Esses modelos de prótese conseguem atender até mesmo as necessidades de atletas.

Etapa 6

Busque por uma ortopedia de confiança

Esse é um dos momentos mais especiais, onde você vai em busca de uma ortopedia que possa realizar o seu tão aguardado sonho de fazer tarefas comuns e simples do dia-a-dia.

Nós entendemos que a busca pela ortopedia é uma etapa em que a pessoa com amputação precisa avaliar com cautela os pontos que a fazem sentir confiança em seguir com a reabilitação.

Aqui na Conforpés, com nossos mais de 53 anos de experiência, já reabilitamos mais de 32.000 pessoas com amputação, isso nos torna referência no Brasil e no mundo.

Por esse motivo, estamos te convidando para receber conteúdos exclusivos, dessa forma iremos levar mais informação até você, para que possa ficar por dentro e tomar as melhores decisões.

Vale ressaltar que essa não é necessariamente a última etapa, cada pessoa com amputação define melhor sobre o seu momento para busca de informações sobre próteses.

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